terça-feira, 26 de junho de 2012

Literatura e Gêneros Literários(Épico/Narrativo e Lírico)

Queridos alunos,

Estou postando os slides, só que acrescentei mais informações para que vocês possam estudar para a prova. Bons estudos!

Prof. Delma


LITERATURA

É A ARTE DA LINGUAGEM ESCRITA, QUE EXPLORA TODAS AS POTENCIALIDADES DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO E É CAPAZ DE TRANSPOR LIMITES DE TEMPO E ESPAÇO.


DIFERENÇAS ENTRE UM TEXTO LITERÁRIO E UM NÃO-LITERÁRIO:

Texto Literário:
• ênfase na expressão;
• linguagem conotativa;
• linguagem mais pessoal, emotiva;
• recriação da realidade;
• ambiguidade – recurso criativo.

Exemplo:

A ROSA DE HIROXIMA
(Vinícius de Moraes)

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
como rosas cálidas
mas oh não se esqueçam
Da rosa, da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.



Texto não-literário:

• ênfase no conteúdo;
• linguagem denotativa;
• linguagem mais impessoal;
• realidade apenas traduzida;
• Normalmente sem ambigüidade ou duplas interpretações.

Exemplo:
“Uma nuvem colossal em forma de cogumelo sobre a cidade japonesa de Hiroxima assinala a morte de 80 mil de seus habitantes – vítimas do primeiro ataque nuclear do mundo, em 6 de agosto de 1945. O lançamento da bomba, uma das duas únicas do arsenal americano, foi feito para forçar os japoneses à rendição. Como não houve resposta imediata, os americanos lançaram outro “artefato” remanescente sobre Nagasaqui e os russos empreenderam a prometida invasão à Manchúria. Uma semana depois, o governo japonês concordou com os termos da rendição e a capitulação formal foi assinada em 2 de setembro.” (“A sombra dos ditadores”, História dos ditadores, 1993, p.88)

Quanto à disposição gráfica, um texto literário pode ser:
Prosa: em linhas “corridas”.
Poesia (verso): a cada linha dá-se o nome de verso e ao conjunto deles, estrofe.

Estilo individual: é o estilo único de determinado escritor, ou seja, sua visão única e modo próprio de criação literária.

Estilo de época: características comuns em obras de autores diferentes, mas con-temporâneos.

Escolas literárias no Brasil: (ou estilos de época)


Quinhentismo – (1500 – 1601)
Barroco – (1601 – 1768)
Arcadismo – (1768 – 1836)
Romantismo – (1836 – 1881)
Realismo/Naturalismo/Parnasianismo – ( 1881 – 1922)
Simbolismo – (1893 – 1922)
Pré-modernismo – (1902 – 1922) { não é escola literária}
1ª ger. Modernista – (1922 – 1930)
2ª ger. Modernista – (1930 – 1945)
3ª ger. Modernista – (1945 – 1960)
Literatura contemporânea – (1960 – até nossos dias)




Gêneros Literários
A literatura começou a existir no Brasil através da colonização europeia pelos portu-gueses. Até então, a literatura portuguesa, formada e influenciada pela literatura greco-romana, seguia a tradição da divisão padronizada dos gêneros literários, a qual se fundamentou nos dias de hoje por meio do filósofo Aristóteles.
Esta separação facilita a identificação das características temáticas e estruturais das obras, sejam elas em prosa ou em verso. Logo, quanto ao conteúdo (tema) e à estrutura, podemos enquadrar as obras literárias nos gêneros literários seguintes:

Épico ou narrativo: é a narrativa com temática histórica; são os feitos heroicos de um determinado povo. O narrador conta os fatos passados, apenas observando e relatando os feitos objetivamente, sem interferência, o que torna a narrativa mais objetiva.
Dramático: é o gênero ligado diretamente à representação de um acontecimento por atores.
Lírico: gênero essencialmente poético, que expõe a subjetividade do autor e diz ao leitor do estado emocional do “eu-lírico”.


Gênero Lírico



O gênero lírico é o texto em que há a manifestação de um eu lírico. Esse expressa suas emoções, ideias, mundo interior ante o mundo exterior. São textos subjetivos, normalmente os pronomes e verbos estão em 1ª pessoa e a musicalidade das palavras é explorada.

Não confundir “eu-lírico” com o autor. O “eu-lírico” ou “eu-poético” é uma espécie de personalidade poética criada pelo autor que dá vazão a sensações e/ou impressões.

Exemplo:

Versos Íntimos
Augusto dos Anjos

Vês! Ninguém assistiu ao formidável
Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera -
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija.

Os tipos de poemas líricos mais comuns são:

a) Ode ou Hino: é o poema lírico em que o emissor faz uma homenagem à Pátria (e aos seus símbolos), às divindades, à mulher amada, ou a alguém ou algo importante para ele. O Hino é uma Ode com acompanhamento musical;
b) Elegia: é o poema lírico em que o emissor expressa tristeza, saudade, ciúme, decepção, desejo de morte. É todo poema melancólico;
c) Idílio ou Écloga: é o poema lírico em que o emissor expressa uma homenagem à Natureza, às belezas e às riquezas que ela dá ao homem. É o poema bucólico, ou seja, que expressa o desejo de desfrutar de tais belezas e riquezas ao lado da amada (=pastora), que enriquece ainda mais a paisagem, espaço ideal para a paixão. A écloga é um idílio com diálogos (muito rara);
d) Epitalâmio: é o poema lírico feito em homenagem às núpcias de alguém;
e) Sátira: é o poema lírico em que o emissor faz uma crítica a alguém ou a algo, em tom sério ou irônico (“elogio às avessas”).



ELEMENTOS DE VERSIFICAÇÃO


É o conjunto de normas que ensinam a fazer poemas belos e perfeitos segundo o conceito dos antigos gregos. Para eles, beleza e perfeição são sinônimos de trabalhoso, detalhado, complexo e tudo aquilo que segue a um modelo, a um conjunto de normas. É, assim, a técnica ou a arte de fazer versos.
Verso é cada uma das linhas que compõem um poema, possui número determinado de sílabas poéticas (métrica), agradável movimento rítmico (ritmo ) e musicalidade (rima).

O conjunto de versos compõe uma estrofe, que pode ser:

1. Monóstico: estrofe com um verso;
2. Dístico: estrofe com dois versos;
3. Terceto: estrofe com três versos;
4. Quarteto: estrofe com quatro versos; (ou quadra)
5. Quintilha: estrofe com cinco versos;
6. Sextilha: estrofe com seis versos;
7. Septilha: estrofe com sete versos;
8. Oitava: estrofe com oito versos;
9. Nona: estrofe com nove versos;
10. Décima : estrofe com dez versos;
Mais de dez versos: estrofe Irregular.

O verso que se repete no início de todas as estrofes de um poema chama-se ANTECANTO e o que se repete no final, BORDÃO. O conjunto de versos repetidos no decorrer do poema chama-se ESTRIBILHO ou REFRÃO.

Métrica é a medida ou quantidade de sílabas que um verso possui. A divisão e a contagem das sílabas métricas de um verso são chamadas de ESCANSÃO, que não é feita da mesma forma que a divisão e contagem de sílabas normais, pois, segundo a Versificação:

1) Separam-se e contam-se as sílabas de um verso até a última sílaba tônica desse verso.
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas

Ou – vi – ram – do – I – pi – ran – ga – as – mar – gens – plá – ci – das = 14 sílabas gramaticais

Ou / vi /ram / doI / pi / ran / gaAs / mar / gens / plá = 10 sílabas poéticas


2) Quando duas ou mais vogais se encontram no fim de uma palavra e começo de outra, e podem ser pronunciadas simultaneamente, unem-se numa só sílaba métrica. Quando essas vogais são diferentes, o processo chama-se elisão e quando são vogais idênticas, crase.
Ex: E|la+es|ta|va|só (Elisão) e fo|ge+e|gri|ta (Crase)


Quanto à Métrica, um verso pode ser:


1. monossílabo: verso com apenas uma sílaba;
2. dissílabo: verso com duas sílabas;
3. trissílabo: “ “ três “
4. tetrassílabo: “ “ quatro “
5. pentassílabo: “ “ cinco “ , também chamado REDONDILHA MENOR
6. hexassílabo: “ “ seis “
7. heptassílabo: “ “ sete “ , também chamado REDONDILHA MAIOR
8. octossílabo: “ “ oito “
9. eneassílabo: “ “ nove “
10. decassílabo: “ “ dez “ , também chamado de HERóICO
11. hendecassílabo: “ “ onze “
12. dodecassílabo: “ “ doze “, também chamado de ALEXANDRINO

Ritmo é o resultado da regular sucessão de sílabas tônicas e átonas de um verso. Para os gregos, ele é um elemento melódico tão essencial para o poema quanto para a Música.
Os versos que não seguem as normas da Versificação quando à métrica e/ou ao ritmo são chamados de VERSOS LIVRES.

Som ou RIMA também é para os antigos um elemento essencial para que um poema seja uma POESIA. A rima é a identidade e/ou semelhança sonora existente entre a palavra final de um verso com a palavra final de outro verso na estrofe. Foneticamente, uma rima pode ser perfeita ― se houver identidade entre as terminações das palavras que rimam (neve/leve) – ou imperfeita, se houver apenas semelhança (estrela/vela). Morfologicamente, a rima é pobre quando as palavras que rimam pertencem à mesma classe gramatical (coração/oração), e rica quando as palavras que rimam pertencem a classes gramaticais diferentes (arde/covarde).
Quanto à posição na estrofe, as rimas podem ser classificadas como:

a) emparelhadas ou paralelas (aabb)
“Vagueio campos noturnos A
Muros soturnos A
Paredes de solidão B
Sufocam minha canção.” B
(Ferreira Gullar)

b) cruzadas ou alternadas (abab)
“Se o casamento durasse A
Semanas, meses fatais B
Talvez eu me balançasse A
Mas toda a vida... é demais! “ B
(Afonso Celso)

c) opostas, intercaladas ou interpoladas (abba)
“Não sei quem seja o autor A
Desta sentença de peso B
O beijo é um fósforo aceso B
Na palha seca do amor!” A
(B. Tigre)

d) continuadas: consiste na mesma rima por todo o poema.

e) misturadas: são as rimas que não seguem esquematização regular.

f) VERSOS BRANCOS: são os do poema sem rima.

POEMAS DE FORMA FIXA

Alguns poemas apresentam forma fixa, o que já indica a preocupação formal do poeta em relação à sua obra e, assim, que ele segue à risca as normas da versificação no momento da sua elaboração. São eles:
. Soneto: poema formado por dois quartetos e dois tercetos, normalmente composto por versos decassílabos e de conteúdo lírico;
. Balada: poema formado por três oitavas e uma quadra;
. Rondel: poema formado por duas quadras e uma quintilha;
. Rondó: poema com estrofação uniforme de quadras;
. Vilanela: poema formado por uma quadra e vários tercetos.
Assim, para os clássicos, a obediência às normas ou técnicas aqui expostas é um dos itens mais importantes na classificação de um POEMA como POESIA.

Gênero Épico ou Narrativo


Pertence ao gênero épico, o poema que conta uma história, um episódio: por isso, ele é também chamado de NARRATIVO.

Epopéia: é o poema épico que narra um grande feito histórico de um povo, de um país, destacando os seus heróis. Além dos textos históricos, encaixam-se nessa classificação os textos bíblicos. A epopéia clássica, das quais são exemplos a “Ilíada” e a “Odisséia”, ambas de Homero; “Os Lusíadas”, de Camões; “A Divina Comédia”, de Dante, etc, tem as seguintes partes:
1a. Proposição: apresentação do tema e do herói;
2a. Invocação”: evocação das musas inspiradoras para que o episódio proposto seja contado com
engenho e arte;
3a. Dedicatória: a epopéia é dedicada a alguém importante;
4a. Narração: o tema proposto é contado;
5a. Epílogo: é a conclusão da narrativa e as considerações finais.

A epopéia moderna não tem uma divisão pré-estipulada.

São exemplos de epopéias brasileiras: “ Caramuru” , de Santa Rita Durão; “ Uraguai” , de Basílio da Gama; “ Vila Rica” , de Cláudio Manuel da Costa , dentre outras.


O termo “narrar” vem do latim “narratio” e quer dizer o ato de narrar acontecimentos reais ou fictícios. Na Antiguidade Clássica, os padrões literários reconhecidos eram apenas o épico, o lírico e o dramático. Com o passar dos anos surgiu dentro do gênero épico a variante: gênero narrativo, a qual apresentou concepções de prosa com características diferentes, o que fez com que surgissem divisões de outros gêneros literários dentro do estilo narrativo: o romance, a novela, o conto, a crônica, a fábula. Porém, praticamente todas as obras narrativas possuem elementos estruturais e estilísticos em comum e devem responder a questionamentos, como: quem?, que? quando? onde? por quê? Vejamos a seguir:

Narrador: é o que narra a história, pode ser de 1ª pessoa(narra e participa da história) ou de 3ª pessoa(onisciente ou observador)
Percebe-se o narrador onisciente quando ele nos mostra os sentimentos das personagens e o modo como os fatos são focalizados. Neste caso, parece que ele acompanha cada detalhe dos acontecimentos.
O narrador observador conta a história do lado de fora, na 3ª pessoa, sem participar das ações. Ele conhece todos os fatos e, por não participar deles, narra com certa neutralidade, apresenta os fatos e os personagens com imparcialidade. Não tem conhecimento íntimo das personagens, nem das ações.



. No caso do narrador observador, ele tem conhecimento da história e narra o que observa.
Tempo: é um determinado momento em que as personagens vivenciam as suas experiências e ações. Pode ser cronológico (um dia, um mês, dois anos) ou psicológico (memória de quem narra, flashback feito pelo narrador).
Espaço: lugar onde as ações acontecem e se desenvolvem.
Enredo: é a trama, o que está envolvido na trama que precisa ser resolvido, e a sua resolução, ou seja, todo enredo tem início, desenvolvimento, clímax e desfecho.
Personagens: através das personagens, seres fictícios da trama, encadeiam-se os fatos que geram os conflitos e ações. À personagem principal dá-se o nome de protagonista e pode ser uma pessoa, animal ou objeto inanimado, como nas fábulas.
As personagens podem ser planas ou redondas.
As planas são as personagens constituídas de uma única ideia ou qualidade; carecem de profundidade. A personalidade delas é pobre, repetitiva: são previsíveis quanto ao seu comportamento.
As redondas são complexas, bem acabadas interiormente, repelem todo o intuito de simplificação. São também chamadas de multiformes, e nos surpreenderão porque evoluem na narrativa.


O que vimos foram os recursos que os estilos narrativos têm em comum, agora vejamos cada um deles e suas características separadamente:
Romance: é uma narrativa longa, geralmente dividida em capítulos, possui personagens variadas em torno das quais acontece a história principal e também histórias paralelas a essa, pode apresentar espaço e tempo variados.
Novela: é um módulo mais compilado do romance e também mais dinâmico, é dividida em episódios, são contínuos e não têm interrupções.
Conto: é uma narrativa curta que gira em torno de um só conflito, com poucos personagens.
Crônica: é uma narrativa breve que tem por objetivo comentar algo do cotidiano; é um relato pessoal do autor sobre determinado fato do dia a dia.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Enfim voltei a postar no meu blog.
Primeira etapa do PAS...

PAS ETAPA 1

LIVROS

1- Artigo 5º da Constituição da República Federativa do Brasil – 1998 Presidência da República
2- Almanaque Brasil socioambiental – 2008 - Instituto Socioambiental
3- O discurso da servidão voluntária - La Boetie
4- A pele do lobo - Arthur de Azevedo
5- Cartas chilenas - Tomás Antônio Gonzaga
6- A alma encantadora das ruas - João do Rio


Texto
1 – Este mundo da injustiça globalizada – José Saramago
2 – Oração dos desesperados – Sérgio Vaz

MÚSICAS

1. O quam mirabilis est (Symphoniae) - Hildegard Van Gingen
2. De partriarchis et prophetis (Symphoniae) - Hildegard Van Gingen
3. As canções do Hino de Duran (Ópera do Malandro) - Chico Buarque
4. O casamento dos pequenos burgueses (Opera do Malandro) - Chico Buarque
5. Eu nasci com fama - Móveis Coloniais de Acaju
6. Eu nasci há 10 mil anos atrás - Raul Seixas e Paulo Coelho – cantada Móveis Coloniais de Acaju
7. Pro dia nascer feliz – Cazuza
8. Daqui pra frente ou cedo ou tarde - NX Zero
9. Se eu fosse o teu patrão ou tango do covil (Ópera do Malandro) - Chico Buarque
10. Ópera Carmem – Bizet
11. Sweet Lullaby - Deep Forest
12. Música dos índios brasileiros - Marluí Miranda
13. I Ching – Uakti
14. Sadeness – Enigma
15. L`amour est um oiseaux rebelle - Georges Bizet
16. Votre toast, Jê peaux vous le render - Georges Bizet
17. Toreador (Carmen) - Georges Bizet
18. Bachiana nº 04 - Heitor Villa Lobos
19. Ritmo Kuduro Angolano- Vários
20. Funk carioca – Vários
21. Violeira - Chico Buarque e Tom Jobim - interpretação de Monica Salmaso
22. Ritmo eletrônico das festas rave
23. Música africana - Mestre de Didi
24. Manifestações carnavalescas

FILMES

1. Atlântico negro na rota dos Orixás - Renato Barbieri
2. Para o dia nascer feliz - João Jardim
3. Encontro com Milton Santos ou mundo global visto do lado de cá - Silvio Tendler

GRAFITES

1. Grafites – Os gêmeos


PINTURA
1. Moça com brinco de pérola - Jan Veermer
2. A velha (rainha de Tunis) - Quentin Massys
3. Auto-retrato - Frida Kahlo
4. Desenhos e vitrais da Capela Nossa Senhora do Rosário, Vence, França - Henry Matisse

ESCULTURA

1. Registros rupestres - Região de Lagoa Santa
2. Estruturas poliédricas - Mauritius Cornelius
3. Meteoro (Palácio do Itamaraty) - Bruno Giorgi
4. Condor (Praça da Sé)- Bruno Giorgi
5. Stonehenge (Inglaterra)
6. Carlos Drummond de Andrade - Leo Silveira

ARQUITETURA

1. Estruturas arquitetônicas do Teatro Nacional - Oscar Niemeyer
2. Pirâmides incas Machu Picchu - Incas – Peru

DOCUMENTO

1. Estocolmo 72
2. Relatório Brundland
3. Rio Eco 92
4. Protocolo de Kyoto

DANÇA

1. Marabaixo - Vários autores
2. Carimbó - Vários autores
3. Capoeira - Vários autores

ARTE VISUAL

1. Azulejos da Igrejinha – Igreja Nossa Senhora de Fátima de Brasília - Athos Bulcão

FOTOGRAFIA
1. Fotografia no acampamento de Sem Terra em Rio Bonito do Iguaçu - Sebastião Salgado

OBRA DE ARTE
1. O beijo - Valdemar de Costa
2. Vacas espalhadas