Conteúdo da prova de recuperação (3/12):
Cap. 10 - Parnasianismo
Cap. 11 - Simbolismo
Análise sintática do período simples
"Mestre não é sempre quem ensina, mas de repente quem aprende." (Guimarães Rosa)
sábado, 29 de novembro de 2014
domingo, 2 de novembro de 2014
Novo cronograma do "DEBATE EM CENA"
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CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DO DEBATE EM
CENA
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DATA
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HORÁRIO
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TURMA
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11/11 (terça-feira)
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1º E 2º horários
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2º B (Rogério)
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11/11 (terça-feira)
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5º E 6º horários
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2º C (Luciá)
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12/11 (quarta-feira)
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1º E 2º horários
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2º G (Liliane)
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12/11 (quarta-feira)
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5º E 6º horários
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2º D (Delma)
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13/11 (quinta-feira)
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1º E 2º horários
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2º E (Delma)
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13/11 (quinta-feira)
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5º E 6º horários
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2º A (Renata)
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14/11 (sexta-feira)
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1º E 2º horários
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2º H (Liliane)
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14/11 (sexta-feira)
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5º E 6º horários
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2º F (Henrique)
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segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Orientações para o "DEBATE EM CENA"
ROTEIRO DE TRABALHO 2ºs Anos (A a H)
Disciplinas:
Artes, Educação Física, Filosofia, História, Português, Geografia, Espanhol e Sociologia.
1) Projeto: Debate em cena
2) Objetivo: Articular, de forma clara e coerente, conteúdos estudados,
nas disciplinas envolvidas no projeto, para compreender as relações existentes
entre o texto literário e o momento histórico ao qual se refere, a linguagem
corporal e estética, bem como as questões filosóficas e sociológicas implícitas
nas obras indicadas.
3) Instruções globais:
a)
Leitura da obra “O
cortiço” de Aluísio Azevedo e do conto em espanhol indicado para a turma.
b)
Realização de prova individual dissertativa contendo
aspectos do livro de Aluísio Azevedo. Essa prova tem caráter de diagnóstico em
relação à leitura da obra e está vinculada à nota final do trabalho a ser
apresentado no 4º bimestre. Em caso de baixo desempenho na prova, a nota final do
trabalho será diminuída (caso o aluno tire entre zero e 4,9 na prova, sua nota
final cairá 50%; entre 5,0 e 6,9, o aluno perde 20% da nota; acima de 7,0 não
há perda).
c)
Construção de um roteiro que promova a
intertextualidade entre as duas obras (considerando a obra de Aluísio Azevedo como
referência).
d) Elaboração
de um texto informativo contendo os conceitos estudados nas disciplinas de
Filosofia, História, Sociologia e Geografia que servirão como pretexto,
preparação e orientação para o debate que ocorrerá após a apresentação da peça
(o informativo deverá ser entregue a cada pessoa do público – média de 120
alunos - e os conceitos devem ser desenvolvidos em, no máximo, dois parágrafos
por disciplina).
e)
Construção de um cartaz (em papel panamá) com informações
da peça (título; sinopse; características
do estilo do autor; ilustração, de autoria própria, que sintetize as obras; questões
acerca do debate, data e hora da apresentação da peça). A turma deverá expor o
cartaz, exatamente, uma semana antes da apresentação da peça.
f)
Apresentação da peça, com coreografia contextualizada,
no auditório (para três turmas) e debate conceitual de acordo com aspectos
solicitados pelos professores responsáveis pelas disciplinas envolvidas.
g)
Divisão ética das notas.
h)
Análise e confirmação da nota individual mediante a
verificação do desempenho do aluno na prova e da nota sugerida pela turma.
4) Notas de esclarecimentos:
a) A turma
será dividida em grupos da seguinte forma:
1) Cartaz– 4
alunos.
2) Atores – De
acordo com o roteiro (5 a 10)
3) Registro e
filmagem – 2 alunos (alunos desse grupo devem se comprometer com outras tarefas
e a entrega do vídeo da peça deve ocorrer exatamente uma semana após a
apresentação, caso contrário, a turma perde 0,5 ponto).
4) Roteiristas
– 2 ou 3 alunos.
5) Coreografia
– de 6 a 8 alunos.
6) Equipe
organizadora do debate – 6 alunos.
7) Cenário e
figurino – 6 alunos.
8) Direção
geral – 2 a 3 alunos.
b) Os alunos
que, por qualquer razão, estiverem se sentindo prejudicados deverão entrar com
requerimento solicitando a interferência dos professores no processo de organização
do trabalho até o dia 7 de outubro. Não serão aceitos questionamentos nesse
sentido após a finalização do trabalho.
c) A prova
individual sobre o livro “O cortiço” acontecerá no dia da aplicação das provas
bimestrais e só será aplicada a segunda chamada (prova oral) nos casos
previstos no regimento escolar, via requerimento.
d) A
apresentação da peça deve durar entre 20 e 30 minutos e o debate deve durar
entre 20 e 30 minutos também.
5) Avaliação: o trabalho
terá o valor de 4 (quatro) pontos para todas as disciplinas envolvidas:
ü Cada
turma será avaliada seguindo critérios de organização, pontualidade,
criatividade, clareza, adequação ao roteiro, consistência e coerência
conceitual, aprofundamento e dedicação. A nota final da turma dependerá do desempenho
de cada um dos grupos, pois corresponderá a um somatório desses desempenhos.
Para fins avaliativos vamos considerar os seguintes grupos:
a)
Roteiro.
b)
Cartaz
c)
Peça (atores, cenário e figurino).
d) Coreografia.
e)
Texto conceitual.
f)
Debate (produção, organização e execução).
6) Datas importantes:
a) Prova individual dissertativa – Dia 25/9 – Primeiro horário.
b) Último dia para entrega dos roteiros digitados e do quadro de
divisão da turma indicando o papel que cada aluno desenvolverá no trabalho – 14/10
(os roteiros dos 2º A a F deverão ser enviados para o email: dvxots@gmail.com)
c) Último dia para entrega de
requerimentos de alunos que não estão inseridos no trabalho – 10/10
d) Os textos informativos (individuais) devem ser entregues aos
professores de Sociologia, Geografia, Filosofia e História.
d) Datas das apresentações das peças. A princípio, estas serão as
datas. Podem ocorrer alguns ajustes, mas todas as turmas apresentarão neste
período de 10/11 a 13/11.
TURMA
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DATA
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HORÁRIOS
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A
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13/11
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5º e 6º
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B
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11/11
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1º e 2º
|
C
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10/11
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1º e 2º
|
D
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12/11
|
5º e 6º
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E
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11/11
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5º e 6º
|
F
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10/11
|
5º e 6º
|
G
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12/11
|
1º e 2º
|
H
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13/11
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1º e 2º
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TEMAS E CONTOS DE CADA TURMA:
1- Relacionamento
de João Romão e Bertoleza – Dominação masculina
- 2º G
conto: La Minglanillas- Pío Baroja
2- João
Romão e a família do Miranda – Diferenças de classe e ascensão social – 2º D
conto: Andrés Hurtadoy su
familia- Pío Baroja
3- João
Romão e os moradores do cortiço – Exploração capitalista – 2º B
conto: La colmena Camilo José Cela
4- Rita
Baiana, Jerônimo e Firmino – Sedução, traição e morte – 2º H
conto: La perla rosa- Emilia
Pardo Bazán
5- A opção
sexual de Pombinha – O meio determinando o comportamento sexual – 2º E
conto: Las Minglanillas - Pío
Baroja
6- A
transformação da vida de Jerônimo – O meio moldando o caráter – 2º F
conto: La última ilusión de Don
Juan- Emilia ardo Bazán
7- O
cortiço e seus hábitos – Realidade brasileira do século XIX – 2º A
conto: La Colmena- Camilo José Cela
8- Miranda
e Estela – Casamento como instituição falida: contrato de interesses. 2º C
conto: La perla rosa- Emilia
Pardo Bazán
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Exercícios de gramática
a)
As nossas três meninas louras de óculos chegaram
à praia muito cedo.
b)
Viajavam nas férias para Fernando de Noronha.
c)
O conteúdo da carta ainda continuava um
mistério.
d)
Eu aconselho prudência aos eleitores.
e)
Meus vizinhos estudam em boas faculdades
públicas.
sábado, 23 de agosto de 2014
Trabalho 3º bimestre
Grupo 1
Canto IV
I-Juca-Pirama de Gonçalves Dias
Grupo 2
Declaração Universal dos Direitos do Homem - ONU – 1948
Constituição Federal, Capítulo II, Direitos Fundamentais
Artigos do 6° ao 11°
Grupo 3
Odeon – Ernesto Nazaré
serigrafias
sobre fotografias de Pelé e
Michael
Jackson,
fotografias
Sufocamento – Pedro David
Grupo 4
Museu de
Arte Sacra de Goiás Velho - Museu da Boa
Morte
Louis XIV - Hyacinthe Rigaud
Grupo 5
O pensador - Auguste Rodin (1840-1917)
Manifestações culturais:
repente e o coco
Grupo 6
Eleanor Rigby – Beatles
Em plena lua de mel – na interpretação de Pedra Letícia
Grupo 7
Cartas para Angola - Coraci Ruiz e Júlio Matos (documentário-vídeo)
Xilogravura: Via Láctea -
Constelação da
Serpente - Gilvan Samico
esculturas Apolo e
Dafne - Gian Lorenzo Bernini (1598 -
1680)
Grupo 8
Billie Jean e Nega Maluca – Caetano Veloso
pintura Mata reduzida a carvão - Félix Taunay (1795 – 1881)
Grupo 9
Terceira pessoa do plural – Engenheiros do Hawaii
São Miguel Arcanjo - Veiga Valle
(1806-1874)
Grupo 10
Peça – Casa de Bonecas – de Henrik Ibsen
terça-feira, 3 de junho de 2014
Portfolio
Atenção para a data de entrega do portfolio: 14/07/2014. Vejam que é o dia da volta do recesso.
Beijos e bom recesso.
Profª Delma
Beijos e bom recesso.
Profª Delma
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Tarefas do portfolio do 2º bimestre
1ª - Escrever um texto sobre o filme "Shakespeare apaixonado" ressaltando três características românticas observadas no filme. (máximo de 10 linhas)
2ª - Resumo sobre o vídeo "Mestres da Literatura - José de Alencar".
3ª - Atividade individual do seminário de contos.
4ª - Tirar cópia das páginas 167 a 172 do livro. Responder às questões na própria folha, porém quando forem dissertativas, usar uma folha em anexo para as respostas.
Use somente caneta azul ou preta.
Data para entrega: 14/7
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Questões para o portfolio
|
Pra Ser Amor
Pra ser amor
Tinha que ser mais forte do que nós Ser companhia quando estamos sós Ser invisivel e abrasador
Pra ser amor
Tinha que haver bem mais compreensão Tinha que ser maior do que a razão Ser imbatível como um vencedor
Se fosse amor
Todo o universo ia conspirar Dando um remédio pra aliviar a dor
Pra ser amor
Tinha que ser nós dois
Pra ser amor
Tinha que ser mais forte do que nós Ser companhia quando estamos sós Ser invisivel e abrasador
Pra ser amor
Tinha que haver bem mais compreensão Tinha que ser maior do que a razão Ser imbatível como um vencedor
Se fosse amor
Todo o universo ia conspirar Dando um remédio pra aliviar a dor Pra ser amor tinha que ser nós dois
Pra ser amor tinha que ser
nós dois
Pra ser amor |
Porque eu sei
que é amor
Sérgio Britto e Paulo Miklos
Porque eu sei
que é amor
Eu não peço nada em troca Porque eu sei que é amor Eu não peço nenhuma prova Mesmo que você não esteja aqui O amor está aqui Agora Mesmo que você tenha que partir O amor não há de ir Embora Eu sei que é pra sempre Enquanto durar E eu peço somente O que eu puder dar Porque eu sei que é amor Sei que cada palavra importa Porque eu sei que é amor Sei que só há uma resposta Mesmo sem porquê eu te trago aqui O amor está aqui Comigo Mesmo sem porquê eu te levo assim O amor está em mim Mais vivo Eu sei que é pra sempre Enquanto durar E eu peço somente O que eu puder dar Porque eu sei que é amor Porque eu sei que é amor |
Questão 01
Baseado nas músicas acima, escreva um
texto dissertativo sobre o romantismo atual atrelando as características
românticas do estilo literário do séc. XIX presentes nos textos. Mínimo de 5 e
máximo de 15 linhas.
Ary Barroso gravou em 1939 o samba-exaltação “Aquarela do
Brasil”, que representou uma espécie de hino nacional brasileiro alternativo. A
canção contribuiu para romper a imagem do brasileiro malandro e rebelde tão
combatida pelo governo ditatorial do presidente Getúlio Vargas.
|
Aquarela do Brasil
Brasil, meu Brasil Brasileiro,
Meu mulato inzoneiro, Vou cantar-te nos meus versos:
O Brasil, samba que dá
Bamboleio, que faz gingar; O Brasil do meu amor, Terra de Nosso Senhor. Brasil!... Brasil!... Pra mim!... Pra mim!...
Ô, abre a cortina do passado;
Tira a mãe preta do cerrado; Bota o rei congo no congado. Brasil!... Brasil!...
Deixa cantar de novo o trovador
À merencória à luz da lua Toda canção do meu amor. Quero ver essa Dona caminhando Pelos salões, arrastando O seu vestido rendado. Brasil!... Brasil! Pra mim ... Pra mim!... |
Brasil, terra boa e gostosa
Da moreninha sestrosa De olhar indiferente.
O Brasil, verde que dá
Para o mundo admirar. O Brasil do meu amor, Terra de Nosso Senhor. Brasil!... Brasil! Pra mim ... Pra mim!...
Esse coqueiro que dá coco,
Onde eu amarro a minha rede Nas noites claras de luar. Ô! Estas fontes murmurantes Onde eu mato a minhasede E onde a lua vem brincar.
Ô! Esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil Brasileiro, Terra de samba e pandeiro. Brasil!... Brasil! |
QUESTÃO 02
“Aquarela do Brasil” dialoga com a estética romântica, mais
precisamente com duas gerações do Romantismo brasileiro. Redija um parágrafo,
JUSTIFICANDO a relação estabelecida entre o samba de Ary Barroso e essas
gerações românticas. (máximo de 10 linhas)
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
PAS - Obras para 2014
Saiu, ontem, o texto definitivo sobre as obras que a UnB vai cobrar na segunda etapa do PAS. Basicamente, são essas abaixo:
Literatura
Conto de escola, O alienista, Noite de almirante e Um homem célebre, de Machado de Assis
O cortiço, de Aluísio Azevedo
I-Juca-Pirama – canto IV, Gonçalves Dias
O Discurso do Método -
René Descartes
Resposta à pergunta: o
que é o esclarecimento? - Immanuel Kant (texto)
Almanaque Brasil
Socioambiental 2008
Constituição Federal,
Capítulo II, Direitos Fundamentais Artigos do 6° ao 11°
(Congresso Nacional
Constituinte - Brasil – 1988)
Declaração Universal
dos Direitos Humanos (ONU, 1948)
Teatro
Casa de bonecas, de
Henrik Ibsen
Documentários
Cartas para Angola, de
Júlio Matos e Coraci Ruiz
Invasores ou excluídos,
de César Mendes e Dulcídio Siqueira
Índios no Brasil -
Quem são eles?, Ministério da Educação
Músicas
Tribunal do Feicebuque,
de Tom Zé
Terceira pessoa do
plural, do Engenheiros do Hawaí
Sobradinho, Sá,
Guarabira e Rodrix
Billie Jean, de Michael
Jackson, em versão e arranjo musical gravado por Caetano Veloso,
inclusão do trecho das músicas Nega Maluca e Eleanor Rigby
Em plena lua de mel,
interpretada pelo grupo Pedra Letícia
Santuário, de Rafael
Miranda, interpretada pelo Grupo Jenipapo
2º D
Conto do livro "Noite na taverna": Último beijo de amor
Poesias do Romantismo:
Desejo
(Casimiro de Abreu)
Se eu soubesse que no mundo
Existia um coração,
Que só' por mim palpitasse
De amor em terna expansão;
Do peito calara as mágoas,
Bem feliz eu era então!
Se essa mulher fosse linda
Como os anjos lindos são,
Se tivesse quinze anos,
Se fosse rosa em botão,
Se inda brincasse inocente
Descuidosa no gazão;
.......................................................................
Se a voz fosse harmoniosa
Como d'harpa a vibração,
Suave como a da rola
Que geme na solidão,
Apaixonada e sentida
Como do bardo a canção;
E se o peito lhe ondulasse
Em suave ondulação,
Ocultando em brancas vestes
Na mais branda comoção
Tesouros de seios virgens,
Dois pomos de tentação;
E se essa mulher formosa
Que me aparece em visão,
Possuísse uma alma ardente,
Fosse de amor um vulcão;
Por ela tudo daria...
— A vida, o céu, a razão!
Existia um coração,
Que só' por mim palpitasse
De amor em terna expansão;
Do peito calara as mágoas,
Bem feliz eu era então!
Se essa mulher fosse linda
Como os anjos lindos são,
Se tivesse quinze anos,
Se fosse rosa em botão,
Se inda brincasse inocente
Descuidosa no gazão;
.......................................................................
Se a voz fosse harmoniosa
Como d'harpa a vibração,
Suave como a da rola
Que geme na solidão,
Apaixonada e sentida
Como do bardo a canção;
E se o peito lhe ondulasse
Em suave ondulação,
Ocultando em brancas vestes
Na mais branda comoção
Tesouros de seios virgens,
Dois pomos de tentação;
E se essa mulher formosa
Que me aparece em visão,
Possuísse uma alma ardente,
Fosse de amor um vulcão;
Por ela tudo daria...
— A vida, o céu, a razão!
DESTINO
(Almeida Garret)
Quem disse à estrela o caminho
Que ela há-de seguir no céu?
A fabricar o seu ninho
Como é que a ave aprendeu?
Quem diz à planta --- Floresce ---
E ao mudo verme que tece
Sua mortalha de seda
Os fios quem lhos enreda?
Ensinou alguém à abelha
Que no prado anda a zumbir
Se à flor branca ou à vermelha
O seu mel há-de ir pedir?
Que eras tu meu ser, querida,
Teus olhos a minha vida,
Teu amor todo o meu bem...
Ai! não mo disse ninguém.
Como a abelha corre ao prado,
Como no céu gira a estrela,
Como a todo o ente o seu fado
Por instinto se revela,
Eu no teu seio divino
Vim cumprir o meu destino...
Vim, que em ti só sei viver,
Só por ti posso morrer.
I-Juca-Pirama
Gonçalves Dias
Canto IV
Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi: Sou filho das selvas, Nas selvas cresci; Guerreiros, descendo Da tribo Tupi. Da tribo pujante, Que agora anda errante Por fado inconstante, Guerreiros, nasci; Sou bravo, sou forte, Sou filho do Norte; Meu canto de morte, Guerreiros, ouvi.
..................................................................................
Meu pai a meu lado Já cego e quebrado, De penas ralado, Firmava-se em mi: Nós ambos, mesquinhos, Por ínvios caminhos, Cobertos d'espinhos Chegamos aqui! ................................................................... Então, forasteiro, Caí prisioneiro De um troço guerreiro Com que me encontrei: O cru dessossego Do pai fraco e cego, Enquanto não chego, Qual seja — dizei! ................................................................... Ao velho coitado De penas ralado, Já cego e quebrado, Que resta? - Morrer. Enquanto descreve O giro tão breve Da vida que teve, Deixa-me viver! Não vil, não ignavo, Mas forte, mas bravo, Serei vosso escravo: Aqui virei ter. Guerreiros, não coro Do pranto que choro; Se a vida deploro, Também sei morrer.
Navio Negreiro - Castro Alves
VIExiste um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto!...
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!
Mas é infâmia demais! ... Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!
Poemas românticos:
Quadrilha
Carlos Drummond de Andrade
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para o Estados Unidos, Teresa para o
convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto
Fernandes
que não tinha entrado na história.
Arte de amar
Manuel Bandeira
Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus — ou fora do mundo.
As almas são incomunicáveis.
Deixa o teu corpo entender-se com outro corpo.
Porque os corpos se entendem, mas as almas não.
Fanatismo
Florbela Espanca
Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver !
Não és sequer a razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida !
Não vejo nada assim enlouquecida ...
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida !
"Tudo no mundo é frágil, tudo passa ..."
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim !
E, olhos postos em ti, digo de rastros :
"Ah ! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus : Princípio e Fim ! ..."
Essa negra fulô - Jorge de Lima
Ora, se deu que chegou
(isso já faz muito tempo)
no bangüê dum meu avô
uma negra bonitinha,
chamada negra Fulô.
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
(Era a fala da Sinhá)
— Vai forrar a minha cama
pentear os meus cabelos,
vem ajudar a tirar
a minha roupa, Fulô!
Essa negra Fulô!
Essa negrinha Fulô!
ficou logo pra mucama
pra vigiar a Sinhá,
pra engomar pro Sinhô!
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
(Era a fala da Sinhá)
vem me ajudar, ó Fulô,
vem abanar o meu corpo
que eu estou suada, Fulô!
vem coçar minha coceira,
vem me catar cafuné,
vem balançar minha rede,
vem me contar uma história,
que eu estou com sono, Fulô!
Essa negra Fulô!
"Era um dia uma princesa
que vivia num castelo
que possuía um vestido
com os peixinhos do mar.
Entrou na perna dum pato
saiu na perna dum pinto
o Rei-Sinhô me mandou
que vos contasse mais cinco".
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
Vai botar para dormir
esses meninos, Fulô!
"minha mãe me penteou
minha madrasta me enterrou
pelos figos da figueira
que o Sabiá beliscou".
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
(Era a fala da Sinhá
Chamando a negra Fulô!)
Cadê meu frasco de cheiro
Que teu Sinhô me mandou?
— Ah! Foi você que roubou!
Ah! Foi você que roubou!
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
O Sinhô foi ver a negra
levar couro do feitor.
A negra tirou a roupa,
O Sinhô disse: Fulô!
(A vista se escureceu
que nem a negra Fulô).
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
Cadê meu lenço de rendas,
Cadê meu cinto, meu broche,
Cadê o meu terço de ouro
que teu Sinhô me mandou?
Ah! foi você que roubou!
Ah! foi você que roubou!
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
O Sinhô foi açoitar
sozinho a negra Fulô.
A negra tirou a saia
e tirou o cabeção,
de dentro dêle pulou
nuinha a negra Fulô.
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
Cadê, cadê teu Sinhô
que Nosso Senhor me mandou?
Ah! Foi você que roubou,
foi você, negra fulô?
Essa negra Fulô!
Ora, se deu que chegou
(isso já faz muito tempo)
no bangüê dum meu avô
uma negra bonitinha,
chamada negra Fulô.
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
(Era a fala da Sinhá)
— Vai forrar a minha cama
pentear os meus cabelos,
vem ajudar a tirar
a minha roupa, Fulô!
Essa negra Fulô!
Essa negrinha Fulô!
ficou logo pra mucama
pra vigiar a Sinhá,
pra engomar pro Sinhô!
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
(Era a fala da Sinhá)
vem me ajudar, ó Fulô,
vem abanar o meu corpo
que eu estou suada, Fulô!
vem coçar minha coceira,
vem me catar cafuné,
vem balançar minha rede,
vem me contar uma história,
que eu estou com sono, Fulô!
Essa negra Fulô!
"Era um dia uma princesa
que vivia num castelo
que possuía um vestido
com os peixinhos do mar.
Entrou na perna dum pato
saiu na perna dum pinto
o Rei-Sinhô me mandou
que vos contasse mais cinco".
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
Vai botar para dormir
esses meninos, Fulô!
"minha mãe me penteou
minha madrasta me enterrou
pelos figos da figueira
que o Sabiá beliscou".
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
(Era a fala da Sinhá
Chamando a negra Fulô!)
Cadê meu frasco de cheiro
Que teu Sinhô me mandou?
— Ah! Foi você que roubou!
Ah! Foi você que roubou!
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
O Sinhô foi ver a negra
levar couro do feitor.
A negra tirou a roupa,
O Sinhô disse: Fulô!
(A vista se escureceu
que nem a negra Fulô).
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
Cadê meu lenço de rendas,
Cadê meu cinto, meu broche,
Cadê o meu terço de ouro
que teu Sinhô me mandou?
Ah! foi você que roubou!
Ah! foi você que roubou!
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
O Sinhô foi açoitar
sozinho a negra Fulô.
A negra tirou a saia
e tirou o cabeção,
de dentro dêle pulou
nuinha a negra Fulô.
Essa negra Fulô!
Essa negra Fulô!
Ó Fulô! Ó Fulô!
Cadê, cadê teu Sinhô
que Nosso Senhor me mandou?
Ah! Foi você que roubou,
foi você, negra fulô?
Essa negra Fulô!
Músicas:
Porque eu sei que é amor - Titãs
Amor, i love you - Marisa Monte
Versos simples - Chimarruts
Música em espanhol: Canción del pirata- Tierra Santa ( rock gótico)
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